Gracielle Torres

Gracielle Torres

Os crimes contra crianças e adolescentes continuam sendo os mais denunciados no Disque Direitos Humanos (0800 031 1119). Das 1.921 denúncias recebidas no primeiro semestre deste ano, 1.208 foram para relatar a violência contra esse público. A violência física dentro da própria família e a negligência e abandono são os mais recorrentes, com 469 e 392, respectivamente. O relatório do serviço também apresenta um número expressivo de relatos sobre crimes sexuais. Foram 191 entre abuso, exploração e violência sexual, fora e dentro das famílias.

As denúncias recebidas pelo Disque Direitos Humanos são encaminhadas para os conselhos e delegacias especializadas. Em alguns casos, dependendo da gravidade e urgência, até mesmo a Polícia Militar pode ser acionada. O serviço é sigiloso, gratuito e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h. Para que a denúncia seja apurada com mais agilidade e as providências tomadas, o denunciante precisa fornecer informações como identificação da vítima e do agressor, além do endereço completo.

Estabilidade
O número de denúncias recebido neste ano se manteve estável em relação a 2011, quando o serviço registrou 1.196 denúncias nos primeiros seis meses do ano. A violência dentro da família (449) e a negligência e abandono (423) também foram os tipos mais denunciados. No acumulado de 2011, o Disque Direitos Humanos recebeu 3.173 denúncias, sendo 2.038 relacionadas às violações dos direitos do público em questão.

Fonte: OTempo

Postado por: Gracielle Torres

O assunto não é agradável, mas é preciso falar sobre ele. Assim como na vida real, na internet há adultos que sentem prazer em ver imagens de crianças e adolescentes e gostam de misturar essas imagens com pornografia.

Pessoas assim são chamadas de “pedófilos”. Usam a internet para se aproximar das suas vítimas – estão em redes sociais frequentadas por adolescentes, e às vezes também por crianças. Estão em salas de bate papo, MSN, blogs e fotoblogs.

Fingem ser da mesma idade e criam amizade usando as informações que as próprias crianças e adolescentes revelam. Por exemplo, podem fingir torcer pelo mesmo time que você, gostar dos mesmos filmes, das mesmas músicas.

Aos poucos, vão ganhando a confiança da criança ou do adolescente – pedem o número do telefone, o MSN. Podem oferecer presentes, oportunidades imperdíveis ou até mesmo dinheiro. Podem convencer a criança ou o adolescente a ligar a webcam, para conseguir fotografá-la e filmá-la.

Essas pessoas revelam “segredos” delas para que você revele os seus – depois, vão usar isso para ameaçar você ou obrigar você a não contar a ninguém o que está acontecendo.

Se você está passando por uma situação assim ou conhece alguém que está enfrentando esse problema, procure um adulto – seus pais, um professor ou outra pessoa em quem confie.

 

Fonte: GVT

Postado por: Gracielle Torres

Qui, 19 de Julho de 2012 14:13

Juventude Ameaçada

Qui, 19 de Julho de 2012 13:48

A tecnologia que estressa

Overdose de tecnologia pode causar estresse e ansiedade.

À lista que já inclui bebida alcoólica, drogas e cigarro insira tecnologia. Tá: nem tanto. Porém, algumas pesquisas associam computadores e internet ao surgimento ou intensificação de problemas neurológicos e psiquiátricos.

Um deles tem um nome sugestivo e atinge principalmente os jovens: tecnoestresse.

Causado pelo uso excessivo da tecnologia, o tecnoestresse provoca a dificuldade de concentração e aumenta a ansiedade. De forma semelhante ao que acontece com o vício, o jovem tecnoestressado pode, de acordo com especialistas, tornar-se agressivo ao ficar longe do computador.

Dessa forma, aliado aos já falados problemas oriundos da tecnologia (como a pedofilia na internet), novos problemas aparecem para atormentar quem talvez não perceba que está usando demais o computador, o smartphone, o tablet...

“A tecnologia disponibiliza vários estímulos simultâneos, que podem causar um esgotamento mental e trazer prejuízos para outras áreas da vida de uma pessoa, como o profissional ou pessoal”, afirma a psicóloga Ana Barone, professora do Centro Universitário Una.


ANSIEDADE De acordo com ela, a grande preocupação deve estar na perda do limite no trato com a tecnologia e a internet. Essa perda acarreta o aumento da ansiedade.

“A ansiedade é um sintoma do nosso tempo e nada mais é do que um aumento da expectativa sobre o resultado das coisas, sobre as expectativas criadas do que eu tenho que ser e como as coisas têm que me responder”, explica. A tecnologia, de certa forma, potencializa essa expectativa e, em alguns casos, a ansiedade.

LADO BOM A tecnologia, porém, não é de todo ruim. Muito pelo contrário. Diversos especialistas apontam os benefícios da internet no auxílio à educação, na promoção à conscientização sobre questões globais e na comunicação em geral.

“Há profissionais que usam a tecnologia como uma boa oportunidade para desenvolvimento de trabalho. Mas há que se fazer uma diferenciação sobre o uso que é feito dessa tecnologia”, afirma. De acordo com ela, é importante não perder de foco o limite entre o aceitável e o excessivo no que se refere ao uso das tecnologias.

 

Fonte: Jornal OTempo -  Anderson Rocha

Postado por: Gracielle Torres

Qui, 19 de Julho de 2012 13:39

Homem atraía jovens com falsa escolinha

Um jornalista aposentado de 59 anos, que se passava por técnico e dono de um time de futebol amador para aliciar e praticar sexo com adolescentes, é investigado pela polícia. O suspeito foi preso, na madrugada de sexta-feira, enquanto promovia uma festa em um sítio no bairro Tavares, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Conforme a Polícia Militar, foram flagrados no local pelo menos nove adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, que consumiam drogas e bebidas alcoólicas. Além do suspeito, havia outros quatro homens, com mais de 30 anos, no local. "Essa foi a terceira festa realizada no mesmo local, em menos de um mês. A única menina presente, de 17 anos, contou que já houve cenas de sexo no sítio", contou o tenente Noel Rosa.

O policial explicou que as festas tinham por objetivo atrair os adolescentes para a prática sexual. Um jovem de 17 anos teria mantido relações com o jornalista. Depois dele, um garoto de 15 anos passou a ser aliciado, com a mesma promessa de jogar em um time. "A diretora da escola onde ele estuda desconfiou de seu comportamento e falou com os pais, que acionaram a PM", acrescentou Rosa.

O jornalista teria confessado o crime. Ele foi autuado por exploração de menores.

 

Fonte: Jornal OTempo -  Ricardo Vasconcelos - 15/05/2012

Postado por: Gracielle Torres

Qua, 11 de Julho de 2012 15:52

Sexualidade na Adolescencia

Qua, 11 de Julho de 2012 11:03

Sexualidade Infantil

A educação sexual é muitas vezes um assunto gerador de polêmicas e controvérsias, muitas crianças, a partir de 1 ano, são estimuladas pelos pais a desenvolver sua sexualidade (trajando roupas curtas, danças sensuais), criando uma geração despertada precocemente à erotização, ao passo que outros pais não mencionam esse assunto.

A família é o contexto no qual a criança precisa obter a educação sexual, e não necessariamente quando proporcionam informações ou explicações, mas também quando a criança é tocada, cuidada pelos pais, através das brincadeiras e da maneira do relacionamento. Outro fator importante para a sexualidade da criança é a vivência do casal, quando este possui uma relação afetiva, os papéis e os limites de cada um são bem definidos.

O desenvolvimento emocional da criança deve ser observado durante a educação sexual, os pais precisam dar espaço para que as questões sejam colocadas e respondê-las com simplicidade, de forma que a criança entenda, considerando seu nível de maturidade e suas necessidades emocionais. Se as respostas forem insuficientes a criança continuará perguntando ou procurará obter a resposta em outros lugares, talvez não muito confiáveis. Respostas longas não são aconselhadas, pois tanto o excesso, quanto a não satisfação de informações ocasiona tensão e ansiedade.

Ao responder para a criança é importante que os pais observem suas atitudes, como: o tom de voz, a segurança nas informações, se estão a vontade ou não, uma vez que todos esses aspectos são percebidos pela criança sob a forma de informação.

 

Fonte: Equipe Brasil Escola -  Patrícia Lopes

Entrevistados pela pesquisa conversam, mandam SMS e postam no facebook.

São Paulo. Se digitar, não dirija. O alerta não vem em embalagens de celular, propagandas de operadoras nem foi abraçado por autoridades. Mas pesquisa feita com 350 jovens de 18 a 24 anos em cinco capitais brasileiras mostra que 59% deles escrevem na direção. São torpedos, posts no Facebook, conversas em chats.

O levantamento foi feito pelo Ibope em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife. Perguntados se acham o hábito arriscado, 80% disseram que sim e um em cada três reconheceu que não faz nada para mudar.

Especialistas se mostraram preocupados com o resultado da pesquisa, encomendada pela seguradora Porto Seguro. "É como se o indivíduo dirigisse de olhos fechados e, quando precisa reagir (frear ou desviar), não dá tempo", diz o perito em acidentes Sérgio Ejzemberg. Para ele, apesar de o país não ter dados sobre colisões causadas por manuseio do celular,
"certamente elas estão ocorrendo e as pessoas, morrendo".

Seguradora não paga. Segundo o órgão norte-americano de segurança no trânsito, o NHTSA, ao teclar um simples "ok" o motorista aumenta em 23,6% a chance de sofrer um acidente. E, apesar de não ser uma exclusividade nacional, a pouca preocupação do brasileiro com atitudes preventivas é apontada pelo consultor em Engenharia Urbana Luiz Célio Bottura como parte do problema. "Ele não dá bola, acha que não vai acontecer nada", diz.

"Só que o seguro não paga o conserto se constata alguma irregularidade, como o uso do celular."

E são justamente as seguradoras que mais têm alertado para a questão.
"Iniciamos uma ação educativa na TV paga. Neste mês, faremos na TV aberta, em rádios e redes sociais. A peça mostra um condutor com os olhos tapados por cinco segundos (tempo de pegar o celular e teclar)", diz a gerente de marketing da Porto Seguro, Tanyze Maconato.

Em abril, a BB Mapfre já tinha lançado campanha em TV aberta e paga, mídia impressa, redes sociais e cinemas. No filme, um smartphone se aproxima do rosto de uma mulher -
até se chocar e se estilhaçar contra ele. "Acredito que vá chegar o tempo em que as empresas (de telefonia móvel) vão veicular advertências, como as de cigarro e bebida fazem atualmente", diz Paulo Rossi, superintendente de marketing da BB Mapfre. A opinião é compartilhada por Ejzemberg e Bottura.

Sozinha. A Claro é a única operadora que já desenvolve ações nesse sentido. Em fevereiro, lançou a ação "Basta uma Letra" em lojas próprias. Assinada pela Ogilvy Brasil, mostra uma vaca no fim de uma longa estrada. A Vivo informou que "incentiva os usuários a respeitar a legislação", a Oi disse à reportagem não ter campanha e a Tim não quis se manifestar.

 

 

Desculpas


"Culpados" se declaram "bons nisso"

São Paulo. "Olha, eu sou bom nisso!" É assim que o analista de sistemas Felipe Callegaro Magalhães Pereira, 24, responde se troca mensagens e dirige ao mesmo tempo.
"Na troca de marcha, controlando quem vem atrás, olhando se tem pedestre ou ciclista na via, avaliando se é preciso frear", diz, sem cerimônia. Tanta confiança, segundo Felipe, deve-se aos seus seis anos de habilitação e ao fato de conhecer "de cor e salteado" a posição das letras no teclado.

O estudante de publicidade e propaganda Douglas Abreu, 19, que acaba de completar um ano de carta, é outro que tecla ao volante. No início, mal digitava no farol vermelho. Mas foi só pegar mais confiança para deixar de resistir a ver o que tinha acabado de chegar – via torpedo, Facebook, Twitter, WhatsApp e até mesmo e-mail... E responder.


Uma geração que se prepara para ser multitarefa

São Paulo. Autor de dois livros sobre a chamada geração Y, aqueles nascidos após 1980, Sidnei Oliveira diz que não é exclusividade dos mais jovens misturar celular e direção. "A diferença é que esse pessoal até 24 anos vem se preparando para ser multitarefa desde criança, vê a tecnologia como extensão do próprio corpo e tem excesso de confiança."

O responsável pelo Núcleo de Dependência em Internet do Hospital das Clínicas de São Paulo, Cristiano Nabuco, diz que, em qualquer idade, estar conectado o tempo inteiro "gera uma sensação de pertencimento" que alimenta a vontade de se manter conectado. Ele prevê criar um núcleo só para viciados em smartphones no mês que vem.

E alternativas para o vício no trânsito começam a ser discutidas por especialistas. "Estou dirigindo, retorno depois", poderia ser uma mensagem para quem entra em contato.

 

 

Fonte: Jornal O Tempo - 10/07/2012

Após três casos envolvendo menores de idade, app não permite mais cadastro de adolescentes.

O aplicativo Skout, voltado para procurar parceiros, disponível para smartphones, fechou o cadastro para menores de idade após três casos de abuso sexual envolvendo crianças.

Três homens fingiam ser adolescentes no serviço, e usaram o Skout para encontrar e abusar de três menores de idade, segundo o The New York Times.

As acusações chocaram os diretores do Skout, que acreditavam ter desenvolvido um sistema seguro para evitar esse tipo de caso. "Eu tenho nojo do que aconteceu. Um caso é demais, mas três parece um padrão", afirmou o fundador do serviço, Christian Wiklund.

Segundo Wiklund, fechar o serviço para menores de idade foi a única opção encontrada pelo Skout após os casos, que aconteceram nos Estados Unidos.

O Skout permite a troca de fotos e mensagens e usam a localização do celular para procurar pessoas próximas ao usuário.

Ele foi feito para ser usado apenas para adultos, mas, quando os criadores perceberam a entrada de menores de idade, criaram mecanismos de segurança para autorizar o cadastro de adolescentes. Eles estavam em uma rede separada dos adultos, mas, nos três casos, os homens fingiram ser mais novos do que realmente eram para encontrar as crianças.

 

Fonte: Olhar Digital / UOL - 08/07/2012

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